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Atendimento médico domiciliar: 3 situações em que é necessário

O atendimento médico domiciliar é uma alternativa cada vez mais indicada por médicos que acompanham pacientes estáveis, ou seja, não estão na fase aguda de doenças e não necessitam cuidados emergenciais.

A desospitalização tem se mostrado uma tendência na área da saúde, pois traz inúmeros benefícios para pacientes, familiares e a administração de sistemas de saúde, tanto pública quanto particular.

As vantagens para recuperação do paciente estão diretamente ao conforto e proximidade com a família, além do atendimento personalizado, seguindo as orientações médicas para um ambiente seguro para cuidados domiciliares.

Mas, em quais situações contratar um serviço de atendimento médico domiciliar?

Diferença entre Atendimento Domiciliar e Internação Domiciliar

É comum que se confunda essas duas modalidades de home care. No caso de atendimento domiciliar, o paciente tem como alternativa ao tratamento ambulatorial e que não necessitem de uma estrutura hospitalar. O atendimento médico domiciliar pode ser realizado pontualmente para administração de medicamentos e diagnósticos clínicos, por exemplo.

Quando o paciente precisa de atendimento multidisciplinar de profissionais de saúde e equipamentos hospitalares, é caracterizada a internação domiciliar. Desta forma, o atendimento médico domiciliar configura-se pelo acompanhamento constante pela equipe de profissionais descrita no Plano de Atendimento Domiciliar (PAD).

Algumas situações indicam a esses dois tipos de atendimento médico domiciliar, dentre elas:

Dificuldade de locomoção

A locomoção é um dos principais fatores que influenciam na decisão por contratar um profissional de saúde para home care. Neste caso, o atendimento domiciliar garante evitar que o paciente tenha dificuldade de se locomover até um hospital ou clínica.

Pacientes idosos ou acamados, por exemplo, tem esse grande dificultador para serem deslocados até o ambiente hospitalar para consultas de rotina ou realização de exames.

Como continuidade a esses cuidados, enfermeiros e cuidadores são responsáveis por administrar medicação prescrita, manter as condições de higiene e avaliação de alterações na saúde na rotina do paciente.

Além do estresse pelo transtorno de ficar aguardando em filas e utilizar o transporte no caminho até o hospital. Isso, claro, estamos falando de pacientes que não necessitem de atendimento de urgência.

Reabilitação pós operatória

A reabilitação pós operatória de pacientes que necessitem de cuidados especiais também podem significar a necessidade de atendimento médico domiciliar, depois de receberem alta.

Assim como os pacientes com dificuldades de locomoção, esses pacientes podem receber atendimentos de nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos responsáveis pelo processo de recuperação de cirurgias pós traumas causados por acidentes, por exemplo.

Doenças crônicas e terminais

Para pacientes que possuem doenças crônicas ou terminais, tem sido cada vez mais indicado os cuidados paliativos em domicílio. As melhorias na qualidade de vida e bem estar desses pacientes é nítida, pela proximidade da família, privacidade e certa autonomia na própria rotina.

Além disso, as condições para se evitar infecções hospitalares, neste caso, tornam-se fatores decisivos para evitar a contaminação no contato com vírus e bactérias propícios desses ambientes.

Em casos de pacientes que tenham utilizam sondas para alimentação, traqueostomias ou que dependem de ventilação mecânica ou oxigenioterapia, tem a necessidade de médicos para manusear os equipamentos.

Por isso, o atendimento médico domiciliar contribui para mantê-lo no conforto do ambiente familiar e proporcionar os mesmos cuidados que receberia em um hospital, só que de forma personalizada.